16 agosto 2006

Vida coitidiana: A Doidinha da Urbana

E quando eu dei fé... só sei que avistei o papangú de roupa de gari, botas sete-léguas e um cachorro-do-cão atachado com 3 correntes! Era tipo assim como se fosse parecido um psicopata de filme. Na hora eu so disse "Votz!", voltei a fazer sei-lá-o-que tava fazendo, mas fiquei encucado com aquela aparição.

Da próxima vez, sem capacete e sem o monstro, descobri que o papangú era uma "véia". Dessa vez estava varrendo uns cacos de garrafa de cerveja que "os mazela" do prédio da frente jogam do 6° andar para ver o "papôco" lá embaixo.

Piúba de cigarro? Papel de "confeitcho"? Pensou numa seboseira? E apois... você não acha NADA! Nada de lixo se acha no quarteirão, graças à "Doidinha da Urbana".

Fofocando com os vizinhos (vizinhos não conversam, fofocam) fiquei sabendo que a doidice da doidinha é de ajudar o povo. Desde que ela se aposentou e o marido faleceu, é o que ela faz.

"Toda doidice construtiva é bem vinda".
(Areia de Cemiterio)

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